iCON Hub apresenta seu novo Head, Guilherme Rosa

Daniela Barbará

Por Daniela Barbará

iCON Hub apresenta seu novo Head, Guilherme Rosa
Guilherme Rosa, Head do iCON Hub

Guilherme Rosa, assumiu a posição de Head do iCON Hub, espaço de inovação e tecnologia do SindusCon-SP. O cargo era ocupado anteriormente pelo engenheiro Conrado Rabelo. Guilherme chega em meio ao terceiro ciclo do Programa de Inovação Aberta e vislumbra um ecossistema cada vez mais vibrante. Conheça mais sobre o executivo:

1.Como foi a sua aproximação com o iCON e o SindusCon-SP?

Conheci o Conrado participando de um curso de Corporate & Startup Engagement pela Fundação Vanzolini em 2019, quando o iCON ainda não havia sido implantado, mas já estava sendo gestado. Acompanhei à distância, desde então, esta bela trajetória de superação em meio à pandemia. A aproximação recente veio por meio do próprio que viu a possibilidade de que eu continuasse o trabalho incrível que o iCON vem desenvolvendo, ao longo dos últimos anos.

2- Como a inovação e a tecnologia influenciaram a sua trajetória e ao mesmo tempo agregaram ao seu novo papel no iCON?

Minha trajetória profissional começa na área de comunicação e design, mas houve um momento em que descobri o quanto o design não estava limitado à expressão gráfica, oferecendo uma abordagem abrangente para solução de problemas e inovação. Passei pelo Politecnico di Milano, que é um lugar em que essa abordagem projetual do design é muito forte, e quando voltei ao Brasil busquei desafios que extrapolavam a área de comunicação. Trabalhei em uma vasta gama de projetos voltados à gestão pública, planejamento urbano, planejamento estratégico de cidades, desenvolvimento econômico regional, e acabei empunhando a bandeira da inovação no setor público. Cheguei a passar pela experiência de trabalhar em uma startup, de Florianópolis, dedicada a disseminar a cultura de inovação no setor público e capacitar líderes para a transformação organizacional. Penso que essa experiência inspira também minha atuação no iCON, onde espero contribuir no fomento a uma cultura de inovação dentro das empresas do setor e para o desenvolvimento de um ecossistema vibrante.

3- Como você se sente ao chegar no hub em pleno terceiro ciclo do Programa de Inovação Aberta e já estruturando o quarto ciclo de modo totalmente remoto?

Os Ciclos do Programa de Inovação Aberta do iCON já produziram cases de sucesso, mesmo durante a pandemia e com comunicação remota, de modo que considero este um desafio superado pelas equipes do iCON e das mantenedoras. O quarto ciclo vai seguir a mesma dinâmica, já bem estruturada, e a perspectiva de retorno gradual da atividade presencial traz novas possibilidades que devem somente agregar ao que já está sendo realizado.

4- Quais são as suas prioridades e diretrizes ao assumir o papel de Head do ICON?

Em primeiro lugar, quero dar continuidade ao ótimo trabalho que tem sido feito e espero que nossas mantenedoras (atuais e futuras) tenham sempre no iCON um grande parceiro para as diversas fases de sua trajetória de inovação. Espero também que as startups possam se sentir estimuladas a desenvolver soluções para o setor ao encontrar no iCON um ecossistema receptivo e com oportunidades reais de validação, crescimento e investimento. Um ecossistema receptivo e pujante precisa contar também com a participação dos investidores de risco, das universidades, dos profissionais da construção civil e mercado imobiliário, das empresas de toda a cadeia produtiva e até mesmo empresas de segmentos adjacentes ao setor que trazem novas oportunidades de colaboração. Ampliar este ecossistema posicionando-o inclusive como um hub internacional de inovação no setor da construção é um dos meus objetivos.

5- Como você avalia o período da pandemia para as relações entre os hubs e os atores do ecossistema? Qual a sua expectativa para os próximos meses?

A maioria dos hubs foi forçada a adaptar de algum modo a sua proposta de valor independentemente da disponibilidade do seu espaço físico. Assim como o iCON, muitos conseguiram se adaptar bem, trabalhando seus programas de forma remota e aprendendo a fomentar conexões de valor mesmo à distância. Ainda há incerteza, pelo menos até o fim deste ano, sobre quando e como eventos presenciais voltarão com força, mas isso não tem impedido que os atores do ecossistema tenham buscado formas de aproximação e contato, com prós e contras que a crise proporcionou. Entre os prós, diria que tornou-se mais fácil conectar players fisicamente distantes, pois estão melhor adaptados aos modos de trabalho remoto, ampliando, por exemplo, o leque de conexões possíveis entre startups e empresas.

6- Gostaria de incluir alguma informação extra?

Quero reforçar o convite a cada um que se interessou pela proposta do iCON Hub e quer de alguma forma tornar-se parte desse ecossistema a que entre em contato conosco. Precisamos construir novas formas de entregar valor ao setor e fazer isso de forma colaborativa é inerente à nossa missão.

Saiba mais sobre o iCON Hub: www.iconhub.com.br

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