SindusCon-SP aponta consequências positivas do Minha Casa

Rafael Marko

Por Rafael Marko

SindusCon-SP aponta consequências positivas do Minha Casa

Daniela Ferrari menciona geração de emprego e acesso de mais famílias ao programa

A sanção da lei que na semana passada reinstituiu o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) trouxe uma série de benefícios para a sociedade e as construtoras. Este foi o teor da entrevista dada por Daniela Ferrari, vice-presidente de Habitação do SindusCon-SP, ao Jornal do Empreendedor, da Record News.

Daniela apontou que as novas diretrizes do programa terão com uma de suas principais consequências a geração de emprego, tanto diretamente pelas construtoras, como pelas empresas terceirizadas de serviços da construção e pelas empresas fabricantes de materiais.

De acordo com a vice-presidente, os aumentos dos valores dos subsídios e do teto para enquadramento dos imóveis no programa permitirão uma redução do montante exigido para a entrada do financiamento, e que mais famílias adquiram os imóveis.

Outra consequência, prosseguiu, é o estímulo às construtoras para realizarem mais investimentos em itens de sustentabilidade e de produtividade em projeto e execução, barateando os preços dos imóveis.

Segundo Daniela, neste primeiro ano do governo federal a expectativa é de contratação de cerca de 350 mil unidades habitacionais dentro do programa. Esta cifra, se atingida, já representará um acréscimo de 12% em relação ao volume contratado em 2022.

Para a vice-presidente, novas aquisições de terrenos e desenvolvimento de novos projetos possibilitarão elevações progressivas deste número ao longo dos próximos anos, até o alcance da meta governamental de 2 milhões de unidades habitacionais contratadas no final de 2026.

Assista à entrevista 

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