Seconci-SP dá orientações sobre como lidar com o estresse

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Por Publieditorial Seconci

Seconci-SP dá orientações sobre como lidar com o estresse

O Dia Mundial de Combate ao Estresse é celebrado em 23 de setembro e o psiquiatra do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), dr. Clemente Soares Neto, orienta sobre como lidar com esse problema tão característico do mundo moderno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o estresse é considerado uma epidemia global, pois afeta cerca de 90% da população mundial. Levantamento feito pela Associação Internacional do Controle do Estresse (Isma) aponta que o Brasil é o segundo país do mundo com o maior nível de estresse.

Trata-se de uma reação do organismo a determinadas situações e estímulos, vistos como ameaça, o que o leva a se mobilizar para se defender. Ele pode ser físico e emocional, decorrente de fatores internos e externos. “Uma autocobrança exagerada, insatisfação pessoal, rigidez de pensamentos, frustração, medo de desapontar o outro e, por consequência, de ser rejeitado, podem levar ao estresse. Entre os agentes externos, podemos citar a rotina extenuante, trânsito caótico, problemas no trabalho, preocupação com a família e dívidas”, afirma o dr. Soares.

“Todo esse quadro pode levar a sintomas físicos, como sudorese excessiva, palpitação do coração, ganho de peso e alterações do sono, além da sensação de medo, tristeza, insegurança, isolamento social, angústia e choro fácil”.

Mas há ainda um risco maior: o estresse crônico. “Os hormônios cortisol, adrenalina e noradrenalina liberados nesse processo podem levar à hipertensão, diabetes e provocar AVCs, infarto e alterações digestivas, como gastrite e úlcera, entre outras doenças. E se esse quadro de estresse crônico persistir pode acarretar depressão, ansiedade e ataques de pânico”, destaca o psiquiatra.

Tratamento

Segundo o dr. Soares, a psicoeducação é uma das formas de tratamento. “Orientar o paciente a mudar o estilo de vida, tentar alterar as rotinas, praticar atividade física, ter objetivos, relaxar, ficar com os amigos, se envolver com ações sociais e de voluntariado, e seguir alguma religião, são algumas das alternativas”.

A psicoterapia pode ser outra opção, assim como a consulta ao psiquiatra, que poderá prescrever medicamentos, permitindo que sejam retomados o equilíbrio e a qualidade de vida.

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